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sábado, 29 de outubro de 2011

A vida de professor não é nada fácil...porém não estou aqui para reclamar, como muitos fazem...


muito pelo contrário...
Venho relatar minha imensa satisfação em ter a profissão mais extraordinária que eu poderia ter!
E é por isso que o professor de verdade é desvalorizado no Brasil...porque ama apaixonadamente o que faz e por conta desse incomparável amor e dedicação altruísta,vira alvo de manobra política e de uma sociedade cega e iludida.
O que fazer então?
Acredito que devo por amor, lutar por uma Educação de qualidade, por melhores condições de trabalho,uma plano de carreira,por um salário justo e por leis que não são cumpridas.


Eu como professora sou movida por  amor,me nego a ouvir lamúrias e reclamações engessadas,preferindo o movimento e a ação! 
  
Como disse no início...tenho imensa satisfação em ter essa profissão,mas uma incalculável inquietação pelo tratamento dado aos verdadeiros professores do nosso país.   



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Eduardo e Mônica - O filme


A história de amor mais cantada do Brasil virou filme.
Direção: Nando Olival
Produção: O2 Filmes / Criação: Agência Africa /
Realização: Vivo

terça-feira, 7 de junho de 2011

Apoio aos bombeiros JÁ! #RIOVERMELHO

ARTISTAS EM APOIO AOS BOMBEIROS


Até bem pouco tempo atrás,


Poderíamos mudar o mundo,

Quem roubou nossa coragem?

Tudo é dor,

E toda dor vem do desejo,

De não sentimos dor...


INCOERÊNCIA:
O GOVERNO DEIXA TRAFICANTES FUGIREM DO COMPLEXO DO ALEMÃO E VILA CRUZEIRO,MAS MANDA O BOPE CERCAR,INVADIR E PRENDER BOMBEIROS!!!
O QUE É ISSO???
QUER DIZER QUE O POSTE FAZ XIXI NO CACHORRO AGORA???
PARA O GOVERNO BOMBEIRO BOM É BOMBEIRO PRESO!!!
E CRIMINOSOS,TRAFICANTES E BANDIDOS SÃO AVISADOS COM ANTECEDÊNCIA PARA SE DESLOCAREM PARA OUTRA FAVELA PARA QUE HAJA UMA "P-A-C-I-F-I-C-A-Ç-Ã-O"???
É ISSO MESMO???





CURSO DE PEDAGOGIA R$250,00

Faculdade de Reabilitação da ASCE
Cursos:
ADMINISTRAÇÃO/4 ANOS/R$ 250,00
PEDAGOGIA/3 ANOS E MEIO/R$ 250,00
FISIOTERAPIA/4 ANOS/R$ 420,00
TAD - Teste de Acesso Direto (Diariamente, das 09:00 às 20:00 h)
de 2ª a 6ª – 8:00 às 20:00 h / SÁBADOS às 9:00 h
HORARIO DE ATENDIMENTO:
de 2ª a 6ª – das 08:00 às 21:00 h
                                                 SÁBADO – das 08:00 às 11:30 h
                                                 Rua Uarumã, n° 80
                                                 Higienópolis,Rio de Janeiro - RJ
                                                 Telefones (21) 3866-0029 ou 3868-8279

                                             http://www.frasce.edu.br/nova/index.htm

sábado, 28 de maio de 2011

Programa discute a publicação de livro didático do Ministério da Educação

O livro apenas está explicando o fenômeno das variações liguísticas, não está mandando ninguém dizer e nem escrever de maneira popular. Apenas explica que estas situações existem. 
Nenhum falante do mundo consegue reproduzir as normas padrão de sua língua em sua oratória, não é problema do Brasil, é um fenônemo humano.

O Professor Marcos Bagno tem propriedade para falar desse assunto.Isso ficou evidente em todo o debate!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

POLÊMICA OU IGNORÂNCIA?




DISCUSSÃO SOBRE LIVRO DIDÁTICO  SÓ REVELA  IGNORÂNCIA DA GRANDE IMPRENSA

Marcos Bagno
Universidade de Brasília


Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua. Jornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia página e saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos do que eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentemente convencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).

Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio. Já no governo FHC, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação linguística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo, a mudança irreprimível que transformou, tem transformado, transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana. Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares” poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito. E, é claro, com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”, esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar, e o de seus aprendizes, não é feio, nem errado, nem tosco, é apenas uma língua diferente daquela – devidamente fossilizada e conservada em formol – que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo, principalmente nos últimos tempos, com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que, amparados em tecnologias inovadoras, tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre. Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro do conjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantados para as colônias, enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si, com gramática própria, diferente da do português europeu, teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.

A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua, em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam, em ciclos constantes. Nesses discursos só existe o preto e o branco, o masculino e o feminino, o mocinho e o bandido, o certo e o errado e por aí vai. Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse, sim, que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido como “o homem vem do macaco” para empreender sua campanha obscurantista, que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado). Da mesma forma, nenhum linguista sério, brasileiro ou estrangeiro, jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas mais distantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali, fechados em sua comunidade, em sua cultura e em sua língua. O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa nãosignifica automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los aomundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem! Parece óbvio, mas é preciso repetir isso a todo momento.

Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assiti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?



segunda-feira, 23 de maio de 2011

PROFESSOR PRECISA CUIDAR DA VOZ

voz do Professor é vulnerável ao tempo e ao uso inadequado, sem cuidados especiais, devendo ser tratada como voz profissional. As condições de sua rotina de vida e trabalho, apresentam situações estressantes e fatores de risco para a sua saúde vocal e geral.

O QUE É BOM PARA A SAÚDE VOCAL:

  1. Beber 7 a 8 copos de água por dia
  2. Procurar atendimento especializado se usar a voz na profissão
  3. Pastilhas, sprays ou medicamentos, só indicados por Médicos
  4. Evitar automedicação e soluções caseiras (gengibre, romã, etc.)
  5. Repouso da voz, após cada "apresentação" pública
  6. Usar roupas leves e evitar refrigerantes, gorduras e condimentos
  7. Realizar exercícios regulares de relaxamento, avaliações auditivas e fonoaudiológicas periódicas
  8. Manter a melhor postura da cabeça e do corpo durante a aula, a fala ou o canto.
O QUE É MAU PARA A SAÚDE VOCAL:

  1. Fumo, álcool, drogas e poluição
  2. Tossir, gritar muito ou pigarrear
  3. Cantar ou gritar quando gripado
  4. Falar em locais barulhentos (Olha o professor aí, gente...)
  5. Mudanças bruscas de temperatura
  6. Ambientes com muita poeira, mofo, cheiros fortes, especialmente se você for alérgico.

DISTÚRBIOS DA VOZ:


Podemos resumir os distúrbios da voz em 3 tipos: Funcionais, Orgânicas e Mistas (organo-funcionais).
Funcionais são casos em que o indivíduo usa inadequadamente o aparelho vocal, gerando disfonia (rouquidão) ao fim da jornada de trabalho ou após uso prolongado da voz.
Orgânicos são os distúrbios da voz causados por alterações anatômicas da Glote (área onde ficam as Pregas Vocais). Podem existir desde o nascimento ou surgir durante a vida.
Por fim, os casos mistos ocorrem quando o mau uso do aparelho vocal acaba, por falta de tratamento, gerando alterações anatômicas como nódulos (“calos”), cistos, entre outros.
Alguns casos podem ser solucionados com tratamento fonoaudiológico e outros podem necessitar de Microcirurgia. Neste caso o procedimento é simples, com recuperação muito tranqüila.
Não podemos deixar de dizer que tanto o Refluxo Gastro-esofágico quanto o tabagismo e alcoolismo são fatores extremamente prejudiciais à qualidade da voz e devem ser tratados por profissionais especializados.
Segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, toda a rouquidão que perdurar por mais de 30 dias deverá ser investigada.
EXAMES:
A investigação dos distúrbios da voz é feita por médico Otorrinolaringologista que conta com exames endoscópicos para o correto diagnóstico. Dentre os exames utilizados temos a video-laringoscopia (avalia a laringe como um todo) e a video-laringo-estroboscopia (observa o funcionamento das pregas vocais em câmera-lenta, sendo o exame principal na avaliação da rouquidão)

CONCURSO PÚBLICO:
PARA QUEM PRETENDE FAZER CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO DE PROFESSOR,SAIBA QUE AS PERÍCIAS SÃO EXTREMAMENTE RIGOROSAS.
JÁ PENSOU VOCÊ ESTUDAR,PASSAR NA PROVA,ESPERAR A CONVOCAÇÃO E FICAR INAPTO POR PROBLEMAS VOCAIS?
ENTÃO NÃO PERCA TEMPO! PROCURE UM MÉDICO,FAÇA OS EXAMES E SE PRECISO COMECE O TRATAMENTO.   
O IMPORTANTE É O PROFISSIONAL TER A CONSCIÊNCIA QUE A VOZ ESTÁ RELACIONADA DIRETAMENTE COM A SAÚDE.NÃO É NORMAL A PESSOA APRESENTAR ROUQUIDÃO OU QUALQUER OUTRO TIPO DE  ALTERAÇÃO NA VOZ. HÁ CASOS EM QUE A PESSOA NÃO APRESENTA QUEIXAS,MAS QUANDO FAZ O EXAME, ACUSA ALGUMA  LESÃO NAS PREGAS VOCAIS.
É IMPORTANTE QUE O PROFISSIONAL DA VOZ FAÇA FONOTERAPIA PARA TER ORIENTAÇÕES PREVENTIVAS QUANTO AO USO DA VOZ.


POSSO INDICAR UM LOCAL EXCELENTE, QUE TEM UM PREÇO BEM BARATINHO E PROFISSIONAIS COMPETENTES:
http://www.frasce.edu.br/nova/index.htm
SECRETARIA TÉCNICA
Tels.: 
2209-9426 / 2209-9419
E-mail - secretaria.asce@bol.com.br

 CLÍNICA
Tel.: 2209-9436 / 2209-9442
SESSÃO DE 30 min: R$15,00 

domingo, 22 de maio de 2011

Pedagogia Compartilhada

Pedagogia Compartilhada
INDO AO SITE DA ALERJ http://www.alerj.rj.gov.br/ A POPULAÇÃO TEM OU DEVERIA TER ACESSO A LISTA DE PRESENÇA DOS DEPUTADOS, MAS OLHA SÓ QUE CURIOSO...A LISTA DE PRESENÇA FOI RETIRADA DO AR!!!!!!! 

APARECE O SEGUINTE:

Esta página da web não está disponível

A página da web em http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/ordemdia.nsf/presint?OpenForm pode estar temporariamente indisponível ou pode ter sido movida permanentemente para um novo endereço da web.

Veja algumas sugestões:

  • Atualize esta página da web mais tarde.
Erro 101 (net::ERR_CONNECTION_RESET): A conexão foi redefinida.


NÃO ADIANTA APENAS RECLAMAR ,PRECISAMOS TER CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE COM O NOSSO VOTO!!!

As funções do Deputado estão definidas na Constituição Estadual.
Entre as quais:
  • participar das sessões do Plenário;
  • participar das reuniões das Comissões das quais faz parte;
  • apresentar propostas de leis e proposições em geral;
  • oferecer parecer às matérias para as quais tenha sido designado Relator;
  • discutir e votar as matérias apresentadas;
  • usar a palavra para apresentar as reivindicações e interesses da comunidade que representa.

Em Plenário

Os debates em Plenário devem seguir em ordem e o Deputado só pode falar depois de pedir a palavra ao Presidente e este a conceder. O Deputado deve fazer seu discurso da tribuna, durante tempo determinado. A não observação desta norma leva o Presidente a adverti-lo e até a convidá-lo a deixar a tribuna. Sempre que se dirigir a um colega parlamentar, deve chamá-lo de "Excelência" e, mesmo no caso de referência em discurso, deve tratá-lo como "Senhor Deputado". Enquanto estiver discursando, um Deputado pode ser aparteado por outro, que deseje perguntar ou esclarecer questão relativa ao assunto tratado, não podendo ultrapassar dois minutos. O aparte é uma breve interrupção feita por um Deputado (não pode ser aparteada a fala do Presidente).